Antes de assinar qualquer proposta do banco, submeta sua dívida a uma análise técnica especializada. Juros abusivos, anatocismo e cláusulas ilegais podem reduzir significativamente o valor real que sua empresa deve pagar.
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Enquanto sua empresa adia a decisão, os juros compostos trabalham 24 horas por dia. O saldo devedor cresce, as opções de negociação diminuem, e o risco de penhora aumenta. A análise técnica antecipada é o único instrumento que reverte essa lógica.
Nossa metodologia combina análise técnica de contratos com estratégia de negociação fundamentada em argumentos jurídicos sólidos.
Anatocismo é a cobrança de juros sobre juros — prática vedada em diversas situações. Identificamos se os contratos aplicam capitalização composta indevida e quantificamos o valor cobrado ilegalmente.
Bancos frequentemente condicionam crédito à contratação de seguros e outros produtos. Essa venda casada é ilegal e os valores podem ser deduzidos do saldo devedor ou ressarcidos.
Empresas que fizeram várias renegociações têm o histórico completo analisado. Encargos incorporados indevidamente são identificados e contestados em cada etapa do histórico contratual.
Com o passivo real calculado, negociamos com o banco a partir de uma posição técnica forte — com capacidade de pagamento, sazonalidade e projeções reais como argumentos centrais.
A mudança no modelo de provisionamento bancário — de "perda incorrida" para "perda esperada" — alterou profundamente como os bancos registram créditos problemáticos em seu balanço.
Com os créditos já provisionados segundo a nova norma, os bancos têm maior flexibilidade contábil para aceitar acordos com descontos significativos. Isso representa uma janela real de negociação que poucos devedores conhecem.
O banco já registrou sua dívida como perda provável. Isso significa que ele pode aceitar um acordo com deságio expressivo sem impacto adicional relevante em seu resultado — e você pode usar isso como argumento técnico na mesa de negociação.
Esse contexto regulatório é utilizado como argumento jurídico e estratégico na negociação com a instituição financeira.
Histórico de 3 renegociações anteriores. Banco ameaçando execução e penhora de equipamentos.
*Caso ilustrativo baseado em situações reais. Cada caso depende de análise específica. Os resultados variam conforme as circunstâncias de cada contrato. Não garantimos resultados.
A proposta que chega pelo gerente raramente reflete o valor juridicamente defensável da dívida.
A primeira proposta geralmente mantém todos os encargos acumulados, incluindo juros abusivos e cobranças indevidas que poderiam ser contestados. O banco não tem interesse em apontá-los.
Termos de renegociação frequentemente incluem cláusulas que dificultam futuras contestações e criam título executivo extrajudicial. Uma vez assinado, o caminho se estreita.
Bancos podem reter automaticamente recebíveis da empresa — vendas no cartão, PIX, boletos — para compensar dívidas, paralisando o fluxo de caixa operacional.
Garantias pessoais expõem o patrimônio individual dos sócios. É possível negociar a liberação de avais — mas apenas com defesa técnica antecipada.
Com 14 anos de atuação no Direito Civil, com especialização em Direito Bancário, construí minha carreira defendendo consumidores e empresas contra práticas abusivas de instituições financeiras. Minha experiência inclui mais de 500 casos de fraudes bancárias, além de centenas de processos de renegociação de dívidas empresariais. Autor do artigo mais lido no JusBrasil sobre golpes digitais, mantenho-me constantemente atualizado sobre as mudanças regulatórias do sistema financeiro, utilizando esse conhecimento técnico para obter os melhores resultados para meus clientes.
Diferencial reconhecido pelos clientes: atendimento personalizado com contato constante durante todo o processo. Você não fica sem resposta — acompanhamento real, não automatizado.
Uma análise inicial pode revelar irregularidades que mudam completamente a negociação. O custo de não fazer essa análise é assumido por você — não pelo banco.