Pix feito para golpista, empréstimo que você não pediu, conta invadida, compras no cartão que você não fez. Quando o banco falha na segurança, ele pode responder pelo dano.
QUERO ANALISAR MEU CASO Golpes em que o banco pode responder ↓Não precisa explicar tudo agora. Marque o que se aplica e a gente continua a conversa pelo WhatsApp ou por e-mail.
O escritório analisa casos com prejuízo a partir de R$ 5 mil.
Preencha o nome e pelo menos um contato: WhatsApp ou e-mail.
Suas informações ficam protegidas pelo sigilo profissional e são usadas só para analisar o seu caso.
Retorno em até 24 horas úteis pelo contato que você informou.
O que você faz nas primeiras horas pode ajudar a recuperar o dinheiro e fortalece o caso depois.
Ligue para a central oficial, peça o bloqueio e a contestação das operações. Se foi Pix, peça a devolução pelo mecanismo do Banco Central. Anote todos os protocolos.
Pode ser pela delegacia online do seu estado. Descreva o que aconteceu, com datas, horários e valores.
Prints das conversas, número que ligou, links recebidos, extratos e comprovantes. Não apague nada do celular.
O banco às vezes oferece devolver só uma parte ou renegociar o empréstimo feito pelo golpista. Vale analisar antes de aceitar.
Cada caso tem os seus detalhes, mas estas são as situações que mais chegam ao escritório.
Alguém liga dizendo ser do banco, às vezes já sabendo seus dados, e induz a fazer operações.
Transferências feitas sob engano ou pressão, muitas vezes em valores fora do seu padrão.
Movimentações que você não fez, com acesso indevido ao aplicativo ou à conta.
Crédito contratado sem você saber, com o dinheiro desviado logo em seguida.
Proposta de "baixar os juros" do consignado que vira novo empréstimo ou cartão consignado.
Falso funcionário vai buscar o cartão "para perícia" e o usa em compras e saques.
Lançamentos no cartão que você não fez e que o banco se recusa a estornar.
Boleto adulterado ou emitido em nome de golpista, pago achando que era a conta verdadeira.
O golpista pede para instalar um aplicativo e passa a controlar o aparelho.
Perfil falso de parente ou conhecido pedindo transferência com urgência.
O Código de Defesa do Consumidor e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tratam a fraude como risco da própria atividade bancária.
Pelo Código de Defesa do Consumidor, o banco responde pelos defeitos do serviço, inclusive falhas de segurança, sem que você precise provar culpa.
As instituições financeiras respondem pelos danos causados por fraudes praticadas por terceiros no âmbito das operações bancárias.
Transferências seguidas, valores altos, empréstimo contratado e sacado no mesmo dia. O banco tem meios de identificar movimentações atípicas e bloquear.
Além da devolução, dependendo do caso, pode haver indenização pelo transtorno causado.
Todo o atendimento pode ser feito à distância, de qualquer lugar do país.
Com as informações básicas do que aconteceu.
Entendemos o caso e pedimos os documentos necessários.
Avaliação das provas, da conduta do banco e das chances reais do caso.
Com o que será feito, os riscos e as condições, tudo claro antes de começar.
Reclamação, notificação ou ação judicial, conforme o caso exigir.
OAB/RJ 167.519. Atua em ações contra instituições financeiras, fraudes bancárias, consignados e revisão de contratos, com atendimento direto pelo próprio advogado.
Pode, dependendo do caso. Mesmo quando a vítima fez a transferência, a Justiça avalia se o banco deveria ter identificado a operação como suspeita, se houve vazamento de dados e como o banco agiu quando foi avisado.
Não necessariamente, mas esse ponto pesa bastante e os tribunais têm decidido de formas diferentes. É um dos aspectos mais importantes da análise do caso.
Conteste o empréstimo formalmente no banco e guarde o protocolo. A situação das parcelas deve ser avaliada caso a caso, para não gerar outros problemas.
Não. O atendimento pode ser feito todo por WhatsApp, e-mail e videochamada. O atendimento presencial no Rio de Janeiro é feito com agendamento.
Existe, e quanto antes melhor. Agir rápido também ajuda a preservar provas e, no caso do Pix, aumenta a chance de bloqueio do valor.
Não. A resposta negativa do banco na via administrativa não impede a discussão na Justiça, e ela própria passa a fazer parte das provas do caso.
Antes de desistir ou de assinar qualquer acordo, entenda se o seu caso tem chance.
QUERO ANALISAR MEU CASOConteúdo informativo, que não constitui consultoria jurídica nem promessa de resultado. Cada caso depende de análise individual.
Conrado Azevedo de Sá Sanches · OAB/RJ 167.519 · Conrado Azevedo Sanches Sociedade Individual de Advocacia · CNPJ 46.497.516/0001-94